Naquele sol escaldante suávamos tanto, e vale ressaltar que poucas pessoas levaram água, e pouca água. Eu levei um Cheetos, que quase não dá sede...
Até agora eu não consegui entender porque aquele lugar foi batizado com o nome de "Parque Botânico", se nem parque, nem botânico é... Andamos quilômetros para ver um espelho d'água, uma lagoa bem poluída na qual a Vanessa encontrou uma faca novinha (rsrs),
um pouco antes da lagoa havia um pé de pitomba (sem pitomba ¬¬') no qual o Samuelson subiu e ficou no olho, ele estava se sentindo o pai dos saguis,
nesse momento a Suzan e a Keylane já tinham pedido pra sair, as duas passaram mal de verdade, e voltaram acompanhadas da Fatinha.
Vocês devem estar se perguntando como os saguis conseguiram sobreviver, eu não sei, mas nós também conseguimos, naquele instante havia entre nós não apenas semelhanças físicas, mas também de garra! Quem já ouviu o bordão: "Ouvir é uma arte!", há de convir comigo que sobreviver aquela aula de campo, ou melhor, aquele teste de resistência não foi apenas uma arte, mas também um ato de heroísmo, sem contar que fomos para o trabalho "pura macaco morto a tapa" (kkkk) estávamos tão exaustos que quem foi desanimado voltou quase morto, até a Luciana voltou quieta. (isso é praticamente um milagre).
Silverlândia gritava "HELP!", mas nem era insultando o Hádames, ela estava realmente pedindo socorro, e ainda contraiu uma intoxicação maldita que só veio se manifestar no dia seguinte, a pobre quase teve que fazer igual a Jó, que se coçava com caco de telha... diz ela que foi a poeira das poltronas do teatro que lá havia, mas eu continuo achando que foi aquele pau de carnaúba no qual ela se montou e saiu galopando como se estivesse em cima de um cavalo - sai das drogas Lândia! - (rsrs)
- há registros dela se coçando descontroladamente no vídeo da mostra ambiental, seria trágico se não fosse tão cômico.
A frase está correta, e como toda história tem um final feliz, essa não teve.
PoOr: Liliane Sales



